Devido a falta de espaço para as atividades administrativas nos Ed. Sede, Anexo II e Anexo I, a Direção Superior do TST, determinou que Serviço de Engenharia adotasse as providencias necessárias para realização de obras de ampliação do Prédio Almoxarifado, com o aproveitamento da área do 3º piso, ampliando-se a área utilizável do Prédio em cerca de 392 m².
Apesar dos padrão de manutenção que o TST dispensa aos seus imóveis, vistoria realizada no Edifício do Almoxarifado, indicou a necessidade de algumas intervenções, visando a restauração do prédio as suas condições funcionais iniciais.
Dentro desta obra também foi incluída a instalação de rede estabilizada e a instalação de mais pontos lógicos para atender os equipamentos eletrônicos existentes e planejados para operarem no prédio.
O Serviço de Engenharia elaborou então o Projeto de Arquitetura da Ampliação, e os Projetos Básicos de Instalações Elétricas e Prediais, e da Rede Lógica, contratando o Eng Lucilio Antonio Vitorino , autor do Projeto Estrutural do prédio existente para a elaboração do Projeto Estrutural da ampliação.
Assim. será encargo da Contratada, elaborar o Projeto Executivo das Instalações Elétricas e Prediais, e da Rede Lógica, e o de Adequação da Arquitetura, segundo as instruções e diretrizes preconizadas neste Relatório de Projeto.
O Projeto é composto dos seguintes volumes:
Volume 1:
Relatório do Projeto e Documentos para Concorrência - permite uma visão geral do projeto e fornece os elementos necessários à elaboração de proposta para a concorrência de execução. Contém a descrição dos serviços a serem realizados, instruções para detalhamento dos projetos básicos, especificações , plano de trabalho e orçamento.
Volume 2:
Projetos - neste volume estão apresentadas as plantas e detalhes do Projeto Arquitetônico, do Projeto de Estruturas e dos Projetos Básicos de Instalações.
Dentro do mesmo lote, remembrado após a obtenção da carta de Habite-se, em abril de 1998, foram edificados um Galpão, em 1980, e Coberturas metálicas para estacionamento, em 1991.
Térreo:
- trinca na parede lateral em 45º;
1º Andar:
- infiltração das esquadrias em todas as fachadas;
3º Andar:
- infiltrações em vários pontos do forro;
- infiltração grande (quina) sala Setor de Pagamento de Bens e Serviços;
- infiltrações casa de máquinas.
- infiltrações parede fachada principal do restaurante;
- rachaduras teto/parede (para cobertura);.
Cobertura:
- by pass - parede externa sem acabamento;
- as calhas não comportam o volume de água e transbordam, causando infiltração por baixo das telhas 2º e 3º andares (corrigir inclinação, aumentar as calhas ou substituir os ralos abacaxi).
Esgoto
- não há ligação com a CAESB
- Pintura da fachada principal deteriorada
- Brises enferrujados;
- Instalação elétrica aparente (cobertura metálica fachada leste);
2.3 Material para consulta
- Laudo de Estruturas
- Projeto de Estrutura original
- Projeto de Estrutura da área de acréscimo
- Projeto de Fundações original
- Projeto de Instalações Elétricas original
- Projeto Básico de Instalações Elétricas
- Levantamento de cargas e circuitos
- Projeto de Instalações Hidrosanitárias original
- Projeto Básico de Instalações Hidrosanitárias
- Projeto de Instalação de Telefone original
- Projeto Básico de Telefone
- Projeto Básico de Som Ambiente
- Projeto de Arquitetura original
- Projeto de Arquitetura da área de acréscimo
- Carta de Habite-se obtido junto à Administração de Brasília.
Os serviços deverão ser programados e executados, considerando-se que as atividades administrativas instaladas no prédio, serão mantidas com o mínimo de transtorno em decorrência das obras.
Serão criados quadros separados para as instalações elétricas, de ar condicionado e de rede estabilizada.
Todos os circuitos da área existente serão redimensionados e se necessário serão criados novos circuitos.
Toda fiação desativada será retirada e a aparente será embutida.
O Construtor deverá providenciar, às suas custas a identificação de todos os circuitos nos quadros de luz com chapa de acrílico contendo, como informação o número do circuito e seu setor correspondente
As instalações para todo o prédio serão executadas de acordo com o projeto básico do item anterior.
Próximo a cada ponto lógico deverão ser instaladas duas tomadas de rede estabilizada.
Em cada ponto serão instalados potenciômetros, alto falantes e sonofletores.
O funcionamento de todo o sistema de alimentação dos pontos, de consumo é feito por gravidade, através do barrilete sob o reservatório superior e das colunas de alimentação conforme desenhos do projeto.
Será aumentada a vazão das calhas existentes na cobertura para evitar infiltração.
Será feito forro de gesso, rebaixado, no 2º andar para permitir a instalação do esgoto dos consultórios dentário e do médico
Será feita a ligação da rede de esgoto à CAESB.
As fachadas, forros e paredes de alvenaria serão pintadas.
Será feita vedação em todas as esquadrias para não permitir a passagem da água da chuva.
Será feita pintura automotiva, com emassamento, nos brises externos existentes, especialmente na fachada do poente.
Os elementos gráficos do Projeto de Arquitetura estão reunidos no Volume 2 - Projeto Executivo, consistindo de:
Planta baixas do 3º pavimento em escala 1:50
2 Cortes em escala 1:50.
Fachadas em escala 1:50.
As plantas de ferragens para reforço da estrutura de concreto armado, e o detalhamento da estrutura metálica, estão apresentados no Volume 2 - Projeto Executivo.
A memória de cálculo, esta apresentada no Anexo 1- Memória de Cálculo de Estruturas, deste Relatório.
4.3.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
Em seguida será definida a instalação das redes, dos quadros, circuitos novos e redefinidos, de acordo com as normas e especificações do projeto básico.
No projeto básico da área de acréscimo foram previsto quadros separados para instalação da rede elétrica, rede estabilizada e aparelhos de ar condicionado, ligados à rede existente.
Os projetos poderão ser entregues de modo a facilitar o cronograma de execução dos serviços.
Todas as tomadas serão identificadas, embutidas nas paredes e nos rodapés, exceto as de piso, de acordo com as normas.
4.4.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
Todas as tomadas serão identificadas, embutidas nas paredes, divisórias e nos rodapés e instaladas junto as tomadas da rede estabilizada..
4.5.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
4.6.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
Toda fiação deverá ser embutida nas paredes ou divisórias.
4.7.1 Instrução para o Detalhamento do Projeto de Para Raios
4.8.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
4.9.1 Instruções para o Detalhamento do Projeto Executivo
5.1.1 Generalidades
No pavimento térreo deverá ser instalada fita nas cores preta e amarela nas imediações dos locais onde possa ocorrer queda de material a ser demolido ou construído.
Sob o aspecto técnico, as demolições são reguladas pela norma NB - 598/77, "Contratação, Execução e Supervisão de Demolições", da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR 5688).
Desses documentos, cumpre destacar:
Item 18.6.6 da NR - 18:
" A demolição das paredes e pisos deverá ser iniciada pelo último pavimento. A demolição de qualquer pavimento somente será iniciada quando terminada a do pavimento imediatamente superior e removido todo o entulho."
Item 18.6.7 da NR - 18:
"Na demolição de prédio com mais de dois pavimentos, ou de altura equivalente, e distando menos de 3 metros do alinhamento do terreno. ... As bordas dessa cobertura deverão ser protegidas por tapume de 1 metro de altura, no mínimo."
Item 18.6.9 da NR - 18:
"A remoção dos materiais por gravidade deverá ser feita em calhas fechadas, de madeira ou metal."
Item 18.6.11 da NR - 18:
"Os materiais a serem demolidos ou removidos deverão ser previamente umedecidos, para reduzir a formação de poeira."
Item 4 da NBR 5682/77
Especifica os tipos de demolição que devem ser empregados nos diversos casos.
A remoção e o transporte de todo o entulho e detritos provenientes das demolições serão executados pelo CONSTRUTOR, de acordo com as exigências da municipalidade local.
Os materiais remanescentes das demolições e que possam ser reaproveitados serão transportados pelo CONSTRUTOR, desde que não haja outras instruções a respeito, para depósitos indicados pela Fiscalização. A distância máxima de transporte desses materiais é de 10 km do local da obra.
Todo o material retirado nas demolições são de propriedade do Tribunal Superior do Trabalho.
O eventual aproveitamento de construções e instalações existentes para funcionamento à guisa de Instalações Provisórias de canteiro de obras ficará a critério da Fiscalização, desde que respeitadas as especificações estabelecidas em cada caso e verificado que ditas construções e instalações não interferem com o plano de construção, principalmente com relação à locação.
5.2.1 Estrutura
5.2.2 Proteção das superfícies das estruturas metálicas
Deverão ser utilizados :
Aço USI-SAC 41
Eletrodo AWS-E 7018 G
Parafusos ASTM-A 325
O Construtor deverá apresentar previamente à Fiscalização, os documentos de procedimentos para montagem das estruturas. A montagem das estruturas deverá estar de acordo com o projeto de engenharia aqui apresentado. O construtor deverá também tomar todas as providências para que as estruturas permaneçam estáveis durante a montagem, utilizando contraventamentos, estaiamentos e ligações provisórias de montagem, em quantidade adequada e com resistência suficiente para que possam suportar os esforços atuantes durante a montagem.
Todos os contraventamentos e estaiamentos provisórios deverão ser retirados após a montagem, bem como preenchidas as furações para parafusos temporários de montagem.
Deverão ser observadas as especificações contidas no projeto de estruturas.
5.3.1 Alvenaria de tijolo celular
Se as dimensões dos tijolos a empregar obrigarem a pequena alteração dessas espessuras, serão efetuadas as necessárias modificações nos desenhos, depois de consultada a Fiscalização
A alvenaria será executada de acordo com as recomendações do fabricante.
As alvenarias de tijolos maciços e blocos cerâmicos obedecerão às dimensões e aos alinhamentos determinados no Projeto de Arquitetura.. As espessuras indicadas referem-se às paredes depois de revestidas.
Se as dimensões dos tijolos a empregar obrigarem a pequena alteração dessas espessuras, serão efetuadas as necessárias modificações nos desenhos, depois de consultada a Fiscalização.
Os componentes cerâmicos serão abundantemente molhados antes de sua colocação.
As alvenarias destinadas a receber chumbadores de serralharia serão executadas, obrigatoriamente com tijolos maciços.
O assentamento dos componentes cerâmicos será executado com juntas de amarração e as fiadas serão perfeitamente de nível, alinhadas e aprumadas.
As juntas de argamassa terão, no máximo, 10 mm. Serão alargadas ou rebaixadas, à ponta de colher, para que o emboço adira fortemente.
No caso de alvenaria de blocos cerâmicos é vedada a colocação de componente cerâmico com furos no sentido da espessura das paredes.
Todas as saliências superiores a 40 mm serão construídas com componentes cerâmicos.
5.4.1 Generalidades
O construtor, quando da contratação do fornecedor das esquadrias, deverá apresentar à Fiscalização, para aprovação, os seus detalhes construtivos, levando em conta que a modulação e os sistemas de abertura deverão obedecer as indicações constantes no projeto, devendo, no entanto, tanto no sentido vertical quanto horizontal, serem verificadas uma à uma, na obra.
Ficará o construtor responsável pela estanqueidade das esquadrias com relação à sua fabricação assim como no ato do assentamento de cada peça.
Todas as esquadrias das fachadas serão em alumínio anodizado na cor natural, iguais às existentes.
As demais esquadrias estão indicadas a seguir nestas especificações, assim como indicadas e detalhadas no projeto arquitetônico.
Os desenhos das esquadrias de alumínio anodizado são básicos Nenhum perfil, exceção dos baguetes, poderá ter menos de 2mm de espessura.
As esquadrias serão constituídas de perfis extrudados em liga especial para anodização, tipo ALCAN 50S. A percentagem de alumínio puro na liga não poderá ser inferior a 98%.
Os perfis serão dimensionados para resistir a pressão de ventos de 100Kg/m² e, deverão ter dimensões compatíveis ao perfeito funcionamento das janelas de modo a assegurar uma perfeita rigidez aos conjuntos.
A anodização será feita na cor natural com uma espessura mínima de 15 micra.
As ligações serão feitas por parafusos de latão cromado ou alumínio em liga do grupo AL, HG, SI e CR endurecidos por tratamento a temperatura elevada.
Nas ligações de elementos e contra marcos será permitido a utilização de parafusos do tipo aço zincado.
Não será permitida a utilização de parafusos aparentes nas ligações.
As peças deverão ser perfeitamente ajustadas e estanques. Para assegurar a estabilidade dos mesmos, será utilizado material plástico ou massa para vedação em todo perímetro da esquadria, em obediência aos detalhes contidos no projeto.
Os contramarcos serão de alumínio protegidos por verniz ou pintura isolante.
Os elementos de grandes dimensões serão providos de juntas capazes de absorverem a dilatação linear específica do alumínio.
As janelas serão guarnecidas por juntas plásticas, visando o amortecimento das vibrações e impedindo a transmissão de ruídos externos.
Com a finalidade de se obter uma estabilidade perfeita, as folhas móveis serão dotadas de fechos apertando sobre contra-fechos com inclinação progressiva.
Deverão ser apresentados pelo fornecedor protótipos de cada tipo de esquadrias em alumínio anodizado, para aprovação da Fiscalização.
5.4.3.1 Portas internas
As portas deverão ser executadas com encabeçamento de 5cm x 4cm, em ipê, com 4 transversinas, sendo três nas mesmas dimensões e uma, na altura da fechadura que terá 20cm x 4cm.
No enchimento será utilizado o material que ofereça maior resistência e menor peso.
Na forração externa será empregado o laminado melamínico, gelo acetinado, espessura 1,4mm.
As guarnições, serão em ipê rigorosamente plano e lixado, apresentando superfícies perfeitamente lisas.
O emprego de qualquer outro tipo de madeira, ficará subordinado à autorização da Fiscalização.
As aduelas serão fixadas mediante grampos metálicos previamente chumbados nas alvenarias.
As portas de madeira são identificadas no projeto arquitetônico com a sigla PM.
Na colocação das esquadrias de madeira deverão ser obedecidas as seguintes recomendações:
2. As folgas, entre partes fixas e móveis, serão ajustadas de maneira a permitir o funcionamento fácil e normal.
3. As cavidades para colocação de ferragens serão abertas nos lugares certos e nos tamanhos justos.
4. As folhas móveis deverão funcionar perfeitamente sem folgas demasiadas.
Os vidros serão de procedência conhecida de qualidade adequada aos fins a que se destinam, claros, sem manchas, bolhas, de espessura uniforme e sem empenamentos.
Deverão obedecer aos requisitos da EB-92.
O transporte e o armazenamento dos vidros serão executados de modo a protegê-los contra acidentes, utilizando embalagens apropriadas e evitando a estocagem em pilhas.
Deverão permanecer com suas etiquetas de fábrica, até serem instalados e inspecionados.
Os componentes de vidraçaria e materiais de vedação deverão chegar à obra em recipientes herméticos, lacrados e com a etiqueta do fabricante.
Os vidros serão fornecidos em dimensões previamente determinadas, obtidas através de medidas das esquadrias tiradas na obra e procurando, sempre que possível, evitar cortes no local de construção.
As placas de vidro serão cuidadosamente cortadas, com contornos nítidos, não podendo apresentar defeitos como extremidades lascadas, pontas salientes e cantos quebrados, nem folga excessiva com relação ao requadro de encaixe. As bordas dos cortes deverão ser esmerilhadas de forma a se tornarem lisas e sem irregularidades.
5.5.1 Cobertura de telha autoportante metálica
Os apoios "AP-01" e pilares "P.1", serão fixados através de chumbadores do tipo WALSYMA.
Deverão ser observadas as especificações técnicas apresentadas no projeto de estruturas.
A estrutura removível deverá ser suspensa, apoiada em perfis metálicos de aço galvanizado e pintura eletrostática a pó, na mesma cor do revestimento.
5.6.1 Revestimento de Paredes Internas e Externas
As lajes que levarem forro falso não levarão emboço nem reboco.
O revestimento com argamassa terá traço medido por meio de caixotes, com inscrição em ambas as faces contendo o nome, o material e o número de vezes em que entra no traço.
As superfícies a serem revestidas serão limpas a vassoura e fartamente molhada, chapiscadas as partes de concreto, previamente, tal como alvenarias, com argamassa de cimento e areia grossa a 1:3.
A espessura máxima do emboço será de 15mm e as camadas de emboço e reboco não deverão exceder juntas, a espessura de 25mm.
As superfícies revestidas deverão apresentar parâmetros perfeitamente planos, aprumados, alinhados e nivelados, com todos os cantos, horizontais como verticais, acabados em aresta viva.
Os emboços só serão aplicados depois de completada a pega das argamassas das alvenarias e chapisco.
As paredes internas levarão emboço de cimento, cal e saibro-areia a 1:2:8 ou cimento e saibro-areia a 1:8.
O emboço externo, onde houver, será executado com argamassa no traço 1:2:4 de cimento, cal, areia ou 1:6 de cimento e areia.
Os rebocos só serão aplicados após completa pega dos emboços cuja superfície será limpa a vassourinha; a espessura máxima do reboco será de 7mm.
Serão executados depois do assentamento de peitoris e aduelas e antes da colocação de cantoneiras, alizares e rodapés.
O reboco interno para acabamento a óleo será em argamassa de cal e areia fina a 1:1, alisada a desempenadeira de aço.
O reboco externo será no traço de 1:2:4 de cimento, cal e areia, acabamento a desempenadeira de madeira.
Todos os cantos vivos levarão peça especial de proteção tipo NED-REX ou PIN-CAN.
Deverão ser assentados com massa de cimento colante deverão ser observadas rigorosamente o esquadrejamento das paredes.
As juntas deverão ter, no máximo, 1,5mm e serão à prumo.
Após o assentamento e depois de bem seca a massa utilizada, deverá ser feito o rejunte com massa de cimento branco e água.
Os resíduos de cimento branco deverão ser retirados com estopa até que a junta fique perfeitamente visível.
Deverá ser evitado, pelo oficial desse serviço, que a sobra do material seja canalizada para a rede de esgoto do compartimento.
Prepara-se o contrapiso adequadamente impermeabilizado, nivelando-o.
Prepara-se argamassa de assentamento, que poderá ser argamassa A.10 (traço 1:2:3 de cimento, areia e saibro ou, na sua falta, a argamassa A.5 (traço 1:5 de cimento e areia peneirada).
A argamassa para o assentamento de ladrilhos cerâmicos não conterá cal, pois a umidade do solo acarreta, nessa hipótese o aparecimento de manchas brancas na superfície das peças ou no rejuntamento.
Nivela-se a argamassa sobre o contrapiso, com auxílio de uma régua, retirando-se as falhas com desempenadeira de madeira.
Polvilha-se o cimento sobre a argamassa desempenada, para otimizar a aderência das peças quando da sua colocação.
Após posicioná-las sobre o cimentado polvilhado úmido, limpam-se as cerâmicas com uma esponja. Deve-se evitar os vazios no verso da cerâmica.
Para evitar os vazios, utiliza-se uma tábua nivelada entre 2 ou 3 peças. Com uma martelo aplicam-se pequenas batidas sobre a tábua, até observar que os espaços foram todos preenchidos.
O rejuntamento só poderá ser executado 48 h após o assentamento da cerâmica. Será aplicado impermeabillizante na pasta do rejuntamento.
Aplica-se o rejuntamento com auxílio de uma espátula de borracha, no sentido diagonal das peças, de forma a preencher perfeitamente as juntas.
Após o rejuntamento, inicia-se a limpeza dos produtos com auxílio de uma esponja.
A cola empregada deverá ser fornecida ou recomendada pelo fabricante, assim como deverão ser seguidas todas suas instruções para uma perfeita colocação.
Havendo mudança do material do piso, a soleira sempre será do material mais nobre. Quando o material mais nobre não permitir a execução de soleiras, as mesmas serão de mármore branco.
As soleira instaladas entre os sanitários, copa e circulação deverão ser em mármore branco.
As placas deverão ter espessura mínima de 3cm e a mesma largura da aduela, com os respectivos rebaixos, quando necessário. O assentamento será feito com argamassa de cimento e areia, traço 1:3 e somente poderão ser utilizadas peças em perfeito estado.
Para o assentamento dos rodapés, deverão ser seguidos os procedimentos descritos para o assentamento do piso. As juntas deverão coincidir com as juntas do piso.
As peças deverão ser perfeitamente aparelhadas e polidas
Deverão ser assentadas com massa de cimento e areia na proporção de 1:3.
Nas partes interna e externa deverá ser deixado um bocel de 1,5cm.
- Portas de boxes : tarjeta livre/ocupado, dobradiça com mola em latão fundido;
5.7.1 Elétrica
5.7.1.1 Observações
Os cabos alimentadores dos quadros parciais de força e luz, foram dimensionados a partir das cargas instaladas, considerando-se os respectivos fatores de demanda, indicados nas normas da ABNT e CEB.
Deverão ser observadas as normas ABNT-3 e de Distribuição de Baixa Tensão da CEB.
As instalações elétricas serão interligadas a Quadros Parciais de Distribuição de força, no mesmo pavimento, com circuitos e disjuntores independentes para as instalações elétricas e de ar condicionado.
Os quadros de distribuição de luz, são constituídos de disjuntores automáticos tipo quick-lag com proteção termomagnética conjugada, montada sobre caixa de ferro, chapa n.º 14, com ventilação permanente, trinco e fechadura.
Os disjuntores são fixados sobre placas de material isolante, com possibilidade de extração separada.
Os eletrodutos a serem utilizados serão em PVC rígido nas áreas internas e de ferro galvanizado nas áreas externas.
A iluminação do prédio será feita com luminárias fluorescentes de sobrepor. Nas áreas dotadas de forro as luminárias serão de embutir e nos locais indicados serão instaladas luminárias incandescentes.
As caixas de passagem deverão ser instaladas nas posições indicadas nos projetos e nos locais necessários à correta passagem da fiação.
Todas as conexões em cabos serão executadas com conectores do tipo pressão (sem solda) em latão ou bronze, fabricação BURDY do BRASIL ou ELTEC.
Os condutores serão de fabricação nacional, Pirelli ou similar, de cobre eletrolítico, isolados com material termoplástico para 750 voltes e 70%C, do tipo anti-inflamável.
Os eletrodutos serão cortados a serra e os bordos aparados com lima para remover rebarbas;
As ligações dos eletrodutos às caixas serão feitas por meio de buchas e arruelas de ferro galvanizado;
As curvas dos eletrodutos até 19mm poderão ser feitas no local, bitolas acima destas serão pré moldadas;
Durante a concretagem, todas as pontas de tubos expostos deverão ser fechadas com rolha de madeira;
A enfiação somente será feita após o revestimento da massa fina, posta a pavimentação, etc.
Antes da enfiação, todas as tubulações e caixas serão limpas. Nas tubulações secas serão deixados arames passados. Como lubrificante, somente será permitido o uso de parafina ou talco;
Todos os materiais deverão ser acompanhados dos relatórios de teste de fábrica, que deverão fazer parte integrante do manual de manutenção.
Cubículos | SACE ou similar. |
Disjuntores | SACE, S.SCHUM ou similar |
Relês | GENERAL ELETRIC, ENGLISH ou similar |
T.corrente | Siemens ou similar |
Medidores | H. BRAUN ou similar. |
Muflas | PIRELLI ou similar. |
Chaves. Secionadas | INEBRASA, SACE ou similar. |
Chave. Comando | SOLENOID ou similar. |
A fiação é executada com condutores formados de fios de cobre eletrolítico flexível, de acordo com a ABNT-EB-11, e com a ABNT-EB-12.
O isolamento polivinilico, satisfazendo a IPCEA-S 61 402.
Toda fiação é levada a régua dos bornes terminais de modo a facilitar a interligação com equipamentos fornecidos com uma reserva de 20% da quantidade necessária. A cada bornes terminais (660V, são dimensionados para as correntes nominais dos circuitos, possuindo uma capacidade mínima de 16A.
Os condutores são claramente identificados por etiquetas ou luvas em cada extremidade. A identificação dos terminais é feita de forma a facilitar sua localização e compreensão.
Na identificação é adotada uma nomenclatura que caracteriza os circuitos de controle, de potencial, de corrente e de alimentação em CA e CC.
Os terminais destinados a interligação com um mesmo equipamento são agrupados em seqüência e sucessivamente.
Devem ser observados os seguintes procedimentos durante a realização das instalações:
b) Será feito um teste de isolamento a todos os circuitos que não deverão ter valores inferiores aos da NBR-5410;
c) Todos os cabos verticais serão fixados às caixas de passagem através de braçadeiras, afim de diminuir a tensão mecânica dos mesmos.
d) Os cabos de bitola superior ao de 10 mm² deverão ser emendados por meio de conectores apropriados.
N.º de fases: - trifásico
Ligação primária - triângulo
Ligação secundária - estrela com o neutro acessível.
No 2º andar as luminárias deverão ser retiradas e reinstaladas no forro.
Admitir-se-á o emprego de luminárias fabricadas por Philips do Brasil Ltda., Siemens S.A. ou similar.
Os interruptores comuns deverão ser de embutir, com contatos de prata e demais componentes elétricos de liga de cobre. a resistência de isolamento dos interruptores deverá ser de , no mínimo, 10 Ohms.
Admitir-se-á a utilização dos produtos fabricados por Bticino Equipamentos Elétricos Ltda., Siemens S. A. ou similar.
As tomadas de ar condicionado embutidas na alvenaria, deverão ser do tipo apropriado de 3 ( três ) pinos, providos de caixas Air-Stop com disjuntores de 20 (vinte) ampéres.
Ñas instalações aparentes deverão ser utilizados conduletes.
Admitir-se-á a utilização dos produtos fabricados por Biticino Equipamentos Elétricos Ltda., Siemens S. A. ou similar.
Todos os disjuntores deverão apresentar uma identificação, indelével na qual deverão constar, no mínimo as seguintes informações:
- número de catálogo ou modelo do disjuntor designado pelo fabricante;
- tensão nominal do isolamento;
- corrente nominal do disjuntor;
- freqüência nominal;
- capacidade de interrupção em curto-circuito;
- referência à norma da ABNT pertinente.
5.7.4.1 Observações
Os novos pontos lógicos serão instalados a partir do CPD, localizado no 2º andar.
Deverá ser mantido o padrão existente.
- contra interferência eletromagnética e de material não propagante à chama e instalação em paralelo com rede elétrica à distância menor que 25cm da rede elétrica,
-
5.7.4.3 Tomadas
Conectores RJ45 fêmea e demais componentes Categoria 5, aderentes à recomendação EIA/TIA 568-A, com identificação dos conectores referentes aos segmentos, à prova de remoção tipo oval-grip, ou similar, em ambas as extremidades.
As tubulações de telefone serão independentes da de rede lógica.
Os eletrodutos deverão ser rígidos, sem costuras ou rebarbas, de PVC rígido tipo rosca, protegidos na extremidades com buchas de vedação. As luvas, curvas, buchas e arruelas deverão ser de material e dimensões compatíveis com os eletrodutos aos quais serão ligadas.
Deverão ser puxados e conectados da caixa central, localizada no térreo, cabos de ligação, até as duas caixas existentes e daí até as novas caixas.
Dessas novas caixas partirão os cabos que conectarão as tomadas.. De cada caixa partirão 30 pontos para instalação de ramais.
Os cabos das caixas existentes as novas caixas correrão em tubos de PVC de 1 ¼".
Serão utilizados cabos de 30 pares do térreo às novas caixas, em seguida de 2 pares até as tomadas.
Serão utilizados cabos CCI-50.
Serão instaladas 60 (sessenta) tomadas nos rodapés ou nas paredes, em caixas de 4"x4".
As emendas dos eletrodutos rígidos deverão ser feitas através de luvas atarraxadas em ambas as extremidades a serem ligadas. As extremidades deverão ser introduzidas na luva até se tocarem para que a continuidade interna seja assegurada.
A junção dos eletrodutos de uma mesma linha deve ser feita de modo a permitir e manter permanentemente o alinhamento e a estanqueidade.
Os cortes nos eletrodutos rígidos deverão ser perpendiculares ao eixo e as rebarbas deverão ser retiradas.
Os elementos deverão ser, sempre que possível, assentados em linha reta.
Quando necessário, as curvas deverão ser pré-fabricados, de padrão comercial e de acordo com o diâmetro do eletroduto empregado.
Nas juntas de dilatação a tubulação deverá ser seccionada colocando-se caixas de passagem junto à mesma, uma de cada lado. Numa das caixas um dos eletrodutos não deve ser fixado ficando livre.
Em todos os lances da tubulação deverão ser passados arames guias de aço galvanizado de 1,65 mm de diâmetro, que deverão ficar dentro das tubulações, presas nas buchas de vedação, até sua utilização no puxamento dos cabos.
As portas das caixas deverão abrir para o lado de fora e possuir fechaduras de tipo borboleta e dispositivos de ventilação.
Para facilitar os trabalhos de execução de cabos e serviços de instalação no interior das caixas, as portas deverão se abrir de modo a deixar livre sua abertura.
A fixação dos eletrodutos nas caixas deve ser feita por meio de arruelas e buchas de proteção. Os eletrodutos não devem ter saliências, maiores que a altura da arruela mais a bucha de proteção no interior da caixa. As caixas de passagem e distribuição deverão ser instaladas de modo que seu centro fique à 1,30m do piso.
As caixas de saída em paredes serão padrão TELEBRÁS e devem ser localizadas a 0,30m do piso para telefone de parede.
As caixas de saída no piso serão de alumínio fundido, nas dimensões de 10 x 10 x 5 cm, padrão TELEBRÁS.
5.7.6.1 Ligação à rede
Todos os fios e cabos deverão ser embutidos.
Em todos os ponto serão instalados caixas acústicas com sonofletores de 6", potenciômetros e transformadores de linha.
Está linha deverá ser instalada no amplificador reserva existente, que passará a alimentar todo o 3º andar, inclusive a nova ala a ser construída.
sistema by pass
transformadores de linha: 3K, 2,5watts e 08ohms
potenciômetros de fio 30 ohms
alto falante 06 polegadas, 08 ohms, 20 watts IHF
caixas acústicas em madeira, seguindo o padrão das já existentes.
O aterramento da nova descida deverá ser interligado com o aterramento existente de maneira a garantir a equipotencialidade do sistema.
Todas as estruturas metálicas próximas à instalação do pára-raios ou que possam receber descargas diretas deverão ser interligadas ao cabo de descida ou de aterramento a fim de se evitar descargas laterais
.Cada condutor de descida, com exceção das descidas naturais, deve ser provido de uma conexão de medição, instalada próximo do ponto de ligação ao eletrodo de aterramento. A conexão deve ser desmontável por meio de ferramenta, para efeito de medições elétricas, mas deve permanecer normalmente fechada. É recomendada a instalação de "caixas de medição de resistência de terra" para locar a citada conexão.
A conexão entre os cabos de descida e o sistema de eletrodos de terra deve estar acima do nível do solo, e em local de fácil acesso e inspeção.
O cabo deverá ser contínuo desde as caixas de medição de resistência de terra até as hastes.
5.7.8.1 Observações
Os registros de pressão e gaveta, instalados em parede, serão da marca DECA ou similar, com os acabamentos especificados na arquitetura.
Os registros de gaveta do barrilete serão da marca DECA, com acabamento bruto.
As canalizações de distribuição de água serão inteiramente horizontais, devendo apresentar declividade mínima no sentido do escoamento.
Durante a construção e até a montagem dos aparelhos, todas as extremidades livres das canalizações serão vedadas.
Estão incluídos neste serviço as instalações de água fria para o consultório médico e odontológico.
Toda a tubulação correspondente a caixas d'água (by pass) na área a ser ampliada deverá ficar embutida na alvenaria.
Serão admitidas peças do seguintes fabricantes:
Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. ou similar;
Fabrimar SA Indústria e Comércio ou similar:
Deca ou similar.
A galvanoplastia dos metais será primorosa, não se admitindo qualquer defeito na película de recobrimento, especialmente falta de aderência com a superfície de base.
Poderão ser fornecidos os produtos fabricados por:
Celite SA Indústria e Comércio ou similar;
Dal-Docol Comércio de Produtos Sanitários Ltda. ou similar
Serão instaladas barras de apoio com comprimento mínimo de 65cm e diâmetro de 3cm, firmemente fixadas às paredes laterais e na parede do fundo.
As barras devem guardar distância das paredes de 4cm e a barra do fundo deve ser fixada no eixo do vaso sanitário, a 30cm acima do assento.,
As derivações de esgotos (ramais de descarga ou esgoto) correção, conforme indica o projeto original, nos poços ou rebaixos de pisos, não podendo jamais, estender-se embutidas no concreto a estrutura.
Todas as canalizações serão de tubos de PVC esgoto, de fabricação Tigre ou similar.
As declividades das canalizações obedecerão às indicações constantes do projeto, devendo ser observados os seguintes dados:
- ramais de descarga - declividade mínima 2%;
- ramais de esgoto sub-coletores conforme dados dos projetos.
Os tubos de ponta e bolsa serão assentados com bolsa voltada para o montante, isto é, em sentido oposto ao do escoamento.
Durante a construção, até a montagem dos aparelhos sanitários, todas as extremidades das canalizações serão vedadas com plug convenientemente apertados, não sendo tolerado o emprego de buchas de papel ou madeira para tal fim.
As canalizações de esgotos serão submetidas a prova de impermeabilidade, antes da colocação geral dos aparelhos.
O esgotamento dos aparelhos, até os sanitários ou desconectores de rede de esgotos primários, será calculado conforme indicação de projeto, os ralos comuns e sinfonados serão de PVC ref. Tigre ou BRASILIT com grelha cromada.
Serão cuidadosamente montados de forma a proporcionar perfeito funcionamento, permitir fácil limpeza e remoção, bem como, evitar a possibilidade de contaminação de água potável.
Todas as interligações com a instalação já existente será de responsabilidade da construtora, devendo recuperá-las, caso haja dano durante a execução dos serviços.
Estão incluídos neste item as instalações sanitárias para o consultório médico e o odontológico.
Consideram-se análogos os aparelhos sanitários de louça fabricados por:
Celite SA Indústria e Comércio ou similar;
Incepa Indústria Cerâmica o Paraná ou similar.
Foi previsto também, a instalação de dispositivo de emergência colocado na calçada frontal ao prédio e interligado no reservatório inferior.
As caixas de incêndio serão confeccionadas em chapa de aço reforçada, pintadas na cor vermelho, com portas com ventilação adequada, trinco "borboleta", visor de inspeção em vidro fosco de 3mm de espessura com a inscrição da palavra INCÊNDIO, com cesto interno para abrigo de mangueira de esguicho, moldura ajustável à parede, fabricação BUCKA ou similar.
Toda a tubulação deverá ser da classe 10, TUPY ou similar e as conexões deverão seguir as seguintes bitolas:
- Tampão de mangueira 2 1/2", latão fundido;
- Adaptador para mangueira 2 1/2", latão fundido;
- Uniões para mangueira 2 1/2", latão fundido;
- Esguicho 2 1/2" x 16mm, latão fundido.
As mangueiras deverão ser fabricadas em fibra sintética pura, tipo D, dimensões 2 1/2" x 25m, fabricação PARSH, ou similar.
Serão instaladas, além do que foi previsto em projeto, Extintores portáteis de C02, água pressurizada e pó químico na quantidade e localização que o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal assim o definir.
5.8.1 Pintura de forros, paredes e pilares
Os fundos têm como função ligar o substrato às tintas ("primer") para selar as superfícies, proporcionando economia no consumo das tintas.
As massas servem para tornar as superfícies mais lisas e homogêneas.
Conforme as normas da ABNT e as prescrições do fabricante da tinta, o processo de pintura deverá realizar-se através das seguintes etapas:
- Aplicação eventual de fundos, massas e condicionantes;
- Aplicação de tinta de acabamento.
5.8.1.1 Preparação das superfícies do substrato
- Substratos metálicos - em superfícies metálicas, a preparação se fará principalmente atendendo ao desengraxe e à eliminação de ferrugem.
- Preparação das superfícies para repintura - Terá por objetivo melhorar as condições para o recebimento da nova tinta.
5.8.1.2 Superfície em alvenaria, reboco ou concreto
Lavam-se as superfícies com desengraxante, sabão neutro ou solução de hipoclorito de sódio a 5%, com escovamento vigoroso ou jato de água;
Utiliza-se solução de detergente e água morna para retirar manchas de gordura;
No caso de umidade interna, eliminam-se vazamentos, infiltrações ou goteiras;
Para eliminação do mofo, lava-se com solução com água sanitária na proporção 1:1 ou com hipoclorito de sódio na proporção 1:20;
Enxágua-se a superfície até ficar bem seca.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando o precedente estiver perfeitamente seca, convindo observar o intervalo de 24 horas entre demãos sucessivas, salvo especificação em contrário.
Igual cuidado haverá entre demãos de tinta e massa, observando-se o intervalo mínimo de 48 horas após cada demão de massa, salvo especificação em contrário.
Os trabalhos de pintura em locais não convenientemente abrigados requerem procedimentos de proteção contra poeira até que as tintas sequem inteiramente, e serão suspensos em tempo de umidade relativa alta.
Serão adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicos de tinta em superfícies são destinadas a pintura (tijolos aparentes, mármores, vidros, ferragens de esquadrias, etc.), tendo em vista a grande dificuldade de ulterior remoção de tinta aderida a superfícies rugosas ou porosas.
A fim de proteger as superfícies referidas, serão tomadas precauções especiais, quais sejam:
- Separação com tapumes de madeira, chapas metálicas ou de fibra de madeira comprimida;
- Enceramento provisório para proteção de superfícies destinadas a enceramento ulterior e definitivo;
- Pintura com preservador plástico que acarrete a formação de película para posterior remoção.
A indicação exata dos locais a receber os diversos tipos de pintura e respectivas cores será determinada nos projetos, especificações ou diretamente pela FISCALIZAÇÃO.
Salvo autorização expressa da Fiscalização, serão empregadas, exclusivamente, tintas já preparadas em fábrica, entregues na obra com a embalagem original intacta.
A tinta será considerada boa para ser aplicada a pincel quando obedecer aos seguintes requisitos:
- Permanência da fluidez o tempo suficiente para que as marcas do pincel desapareçam e para evitar o escorrimento pelas superfícies verticais.
5.8.3.2 Massa corrida com pintura pva
As superfícies deverão estar perfeitamente limpas e secas antes que se proceda qualquer operação.
O construtor deverá tomar especial cuidado para que sejam protegidas contra respingos de tintas as peças tais como: louça, metais, luminárias, vidros, esquadrias e ferragens, assim como também os próprios pisos.
As superfícies deverão estar totalmente desempenadas e secas para recebimento da massa corrida à óleo e posteriormente, após seca, aplicação de tantas demãos de óleo quantas forem necessárias para que se obtenha um perfeito acabamento, sendo que deverá ser aplicada no mínimo 2 demãos.
As superfícies deverão estar perfeitamente limpas e secas antes que se proceda qualquer operação.
O construtor deverá tomar especial cuidado para que sejam protegidas contra respingos de tintas as peças tais como: louças, metais, luminárias, vidros, esquadrias e ferragens, assim como também os próprios pisos.
Em caso de contato de tintas ou vernizes, lava-se a pele com água e sabão; se o contato for com os olhos, lavam-se eles com água abundante.
A Contratada se responsabilizará por todo e qualquer dano material ou humano decorrente da realização dos serviços descritos acima.
5.9.1 Brises
Todos os brises metálicos retirados da área a ser ampliada, assim como nas demais fachadas, deverão ser recuperados seguindo as determinações abaixo especificadas.
Deverão ser removidas com espátula as partes soltas da tinta.
Prepara-se a superfície atendendo ao desengraxe e à eliminação da ferrugem, utilizando-se, para limpeza dos metais, zarcão, óxido de ferro vermelho, laca a base de cromado de zinco ou "primer" sintético.
Os furos para escoamento de águas pluviais deverão ser refeitos.
A aplicação da tinta deverá ser suficiente para cobrir totalmente a superfície a pintar sendo suficiente a quantidade de demãos orientada pelo fabricante. Nunca, porém, menos de 2 (duas).
A aplicação deverá ser de acordo com as prescrições do fabricante.
5.10.1 Divisórias de mármore
Espelho em mármore branco com espessura de 15 mm e altura de 7 cm.
Limpeza de pisos ou paredes de material cerâmico, com ácido muriático em solução de 1:3 de água; o local esfregado, logo em seguida deverá ser lavado com bastante água. Na limpeza dos pisos, deve-se ter cuidado inicial de tampar os ralos a fim de que os detritos provenientes de limpeza não venham a obstruí-los.
A limpeza de mármores deverá ficar a cargo do próprio empreiteiro que fornecer e colocar este material.
Limpeza dos metais dos aparelhos sanitários: os metais com acabamento cromado serão limpos com removedor de tinta ou verniz. Caso contrário, serão unicamente esfregados com pano grosso e seco até recuperarem seu brilho natural.
Limpeza dos aparelhos sanitários serão lavados somente com água e sabão, devendo-se ter o cuidado de retirar todo excesso de massa que foi utilizado na colocação das peças.
Em nenhum caso será permitido o emprego de soluções ácidas nas louças sanitárias e não será permitido o uso de palha de aço. Os restos da limpeza dos aparelhos, de modo algum deverão ser lançados no esgoto do próprio aparelho.
Limpeza dos vidros - cuidado especial deverá ser observado na limpeza dos vidros junto às peças das esquadrias e às peças pintadas.
Retirada dos Brises e Esquadrias
Os brises e esquadrias retirados da área de acréscimo deverão ser reaproveitados.
Para execução do reforço estrutural, no 2 andar a empresa deverá isolar sua área de trabalho, para não interferir nas atividades do Tribunal, não sendo isto possível os serviços serão executados fora do horário de trabalho do TST.
Os mesmos cuidados deverão ser tomados durante a execução de toda área de acréscimo.
Pilares de concreto
Os pilares de concreto da fachada serão encaixados na platibanda existente, para manter o aspecto arquitetônico do prédio.
A contratada deverá apresentar planta de localização do canteiro de obras, com localização do elevador de obra.
8.1.1 Aprovação dos projetos
O Construtor ou Empreiteiro, antes da comunicação do término da obra, deverá efetuar uma vistoria final do prédio, acompanhado da Fiscalização.
Serão verificadas todas as partes aparentes que constituem o acabamento final das obras, bem como as instalações, fazendo as provas de isolamento e queda de tensão dos circuitos, conforme determina a NB-3, existência de possíveis vazamentos e a colocação de todos os aparelhos em funcionamento, inclusive, instalações mecânicas existentes bombas, motores e seus comandos automáticos. Por ocasião do recebimento definitivo da obra, o Contratado deverá fornecer à Fiscalização um certificado de garantia de cada um dos equipamentos instalados na obra.
A empresa deverá apresentar cronograma físico-financeiro e orçamento completo com composição de preços unitários.
Todos os projetos executivos deverão ser elaborados de acordo com as normas da ABNT.
Em caso de dúvidas quanto à interpretação da especificação e dos desenhos, será sempre consultada a Fiscalização, sendo desta o parecer definitivo.
A Contratada deverá entregar à Fiscalização, antes do início dos serviços, amostras e/ ou catálogos com especificações técnicas dos materiais a serem empregados.
Todos os materiais a serem empregados na execução dos serviços serão de 1ª qualidade, obedecendo às especificações, sob pena de impugnação dos mesmos pela Fiscalização.
Todos os lotes ou partidas de materiais serão aprovados pela Fiscalização, por comparação às amostras previamente escolhidas e autenticadas. Nenhuma peça, material ou equipamento será aceito sem que tenham sido efetuados satisfatoriamente as inspeções, testes ou ensaios especificados pela Fiscalização.
A Fiscalização poderá determinar a substituição dos equipamentos e ferramentas julgados deficientes, cabendo à Contratada providenciar a troca dos mesmos no prazo máximo de 24 horas.
A obra será entregue sem instalações provisórias e livre de entulhos ou quaisquer outros elementos que possam impedir a utilização imediata das unidades, devendo a Contratada comunicar, por escrito, à Fiscalização, a conclusão dos serviços, para que possa proceder à vistoria da obra com vistas à sua aceitação provisória. Todas as superfícies deverão estar impecavelmente limpas.
A Fiscalização deverá testar e observar o funcionamento das instalações e equipamentos implantados por, pelo menos, 7 (sete) dias úteis antes de aprovar o serviço.
A aplicação dos materiais industrializados e os de emprego especial obedecerá sempre às recomendações dos fabricantes, cabendo à Contratada, em qualquer caso, a responsabilidade técnica e os ônus decorrentes da má aplicação dos mesmos.
Em caso de divergência entre as cotas assinaladas nos desenhos e as das dimensões medidas em escala, prevalecerão, sempre, as primeiras.
As firmas licitantes deverão comparecer ao local para vistoria, conferindo todas as medidas apresentadas nesta Especificação, por se tratarem de valores aproximados.
Os quantitativos cotados nesta Especificação são aproximados, utilizados, apenas, como indicativos da ordem de grandeza de cada serviço, ficando as firmas licitantes cientes de que estes valores poderão variar para mais ou para menos em relação aos valores por elas calculados.
No caso da Contratada, como resultado das suas operações, prejudicar áreas incluídas ou não no setor do seu trabalho, ela deverá recuperá-las, deixando-as em conformidade com o seu estado original.
A Contratada deverá oferecer garantia mínima de 5 (cinco) anos e manter um técnico responsável no local da obra.
A execução de todas as etapas do serviço, a mobilização de equipamentos e transporte de material deverão ser feitos de modo a não prejudicar a circulação de pessoas, os serviços deste Tribunal, observando-se sempre a máxima segurança contra acidentes.
Deverão ser empregados, para melhor desenvolvimento dos serviços contratados, em conformidade com a realização dos mesmos, todo equipamento e ferramentas adequadas.
Ficará a cargo da Contratada a limpeza diária dos locais onde será executada a obra.
Somente será permitido o ingresso dos funcionários da Contratada neste Tribunal acompanhados da Fiscalização e devidamente uniformizados.
As instalações elétricas, de rede lógica, de rede estabilizada e de telefone deverão correr próximas, para facilitar a utilização dos pontos.